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Afirmação Chile é entidade co-execultora da Campanha pelol
Pacto de União Civil (PUC), pelol reconhecimento legal e sócio-cultural
de todos os companheiros chilenos--não somente os que podem
contrair matrimônio legal. Os días 7 e 8 de outubro participaram
no Primeiro Encontro Nacional pela não Discriminação e os
Direitos dos Companheiros Que vivem Juntos.
Em busca de conseguir-se o apoio de todos os partidos da
Concertação e respaldos individuais de Renovação Nacional do
Pacto de União Civil, os relatores do projeto lançaram, todos os
conteúdos da proposta e uma campanha cidadã de apoio a norma.
Com a apresentação pública da campanha no Palacio Ariztía,
campanha que é respaldada por 15 organizações da sociedade
civil e duas coalisões cidadãs compostas por 135 grupos (entre
fundações, corporações e movimentos cidadãos),o PUC passou a uma
nova etapa que se centralizará desde agora em conseguir o
patrocínio do Executivo a norma.
Para esse fim as deputadas María Antonieta Saa e Adriana Muñoz,o
presidente do Movimento de Integração e Liberação Homossexual (Movilh),
Rolando Jiménez e a representante do Foro Red de Direitos
Sexuais e Reprodutivos, Rosa Espínola, pediram que o Executivo
patrocine ol PUC em brevedade, por quanto é parte de seu
programa presidencial e dos acordos adquiridos com os relatores
do projeto em citação sustentada em 26 de julho passado.
Sobre a matéria Espínola destacou particularmente que o PUC "não
só benefícia os companheiros homossexuais, senão também a nós as
heterossexuais que convivemos e não estamos casadas, porém
estamos prejudicadas por uma completa indefenção jurídica. No
Chile há um milhão 249 mil 812 que vivem juntos e não são
casados heterossexuais, segundo o Censo de 2002".
No entanto, o presidente do Movilh, Rolando Jiménez, agregou que
"o ano passado conseguimos o respaldo de todos os candidatos
presidenciais a cada umo dos 14 pontos que aborda o PUC,
portanto, não vemos razão para que esta norma não seja avaliada
pelo Executivo. Esto há gerado um discenso muito menor que os
referentes aos mecanismos anti-conceptivos".
Em relação a recusas ao PUC por enquanto este sería a ante-sala
do matrimônio, os relatores desmintiram o plano de tal
apreciação. "O projeto de distância específicamente do
matrimônio. Que vêem um resultado tipo Apolipsis Now nesta
iniciativa estão equivocados", disse a deputada Saa.
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